Museu Ferroviário da Vale


O Museu Vale fica localizado no bairro São Torquarto em Vila Velha. É uma iniciativa da Fundação Vale, instituição que realiza ações, projetos e programas sociais nas regiões onde a Vale está presente, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento dos territórios e de fortalecer as pessoas e as comunidades, respeitando sempre as identidades culturais locais.
O prédio do Museu Vale foi inaugurado em 1927, com o nome de Estação São Carlos.

A partir de 1935, foi rebatizado com o nome de Pedro Nolasco em homenagem o engenheiro que construiu a Estrada de Ferro Vitória a Minas. Localizado em uma área com vista privilegiada para a baía de Vitória, a edificação é um exemplar de característica eclética sóbria, sem excessos decorativos, nem nas fachadas nem no interior.

No edifício da antiga estação Pedro Nolasco está o acervo histórico da Estrada de Ferro Vitória a Minas. Com cerca de 1.200 metros quadrados, o museu tem uma exposição permanente com uma maquete de 34 m², a maior do Brasil, que inclui miniaturas de trens em movimento, viadutos, fábricas e ambientes naturais, representando como ocorre o transporte das minas ao porto.

No edifício da antiga estação Pedro Nolasco está o acervo histórico da Estrada de Ferro Vitória a Minas. Com cerca de 1.200 metros quadrados, o museu tem uma exposição permanente com uma maquete de 34 m², a maior do Brasil, que inclui miniaturas de trens em movimento, viadutos, fábricas e ambientes naturais, representando como ocorre o transporte das minas ao porto.

Em frente ao prédio pode-se ver a Maria-Fumaça, uma locomotiva a vapor vinda da Filadélfia (EUA), adquirida pela Vale em 1945. Restaurada em 1997, ainda se encontra em funcionamento, bem como sua composição de carro de passageiros e vagão de cargas.

Fonte:www.museuvale.com/

Postado por: Dagmar Moreira, Elizabete Pereira, Jéssika Paiva, Lívia Grassi e Kaciene Storch.

Igreja do Rosário


Igreja do Rosário

É a mais antiga do Estado, sendo o início de sua construção em 1535, logo após a chegada do donatário, sob a forma de capela. Com a ajuda do jesuíta Afonso Brás e o irmão leigo Simão Gonçalves, recebeu naquela época, o acréscimo de uma nave maior e o nome de Igreja Santa Catarina, sendo depois denominada Igreja do Rosário. A praça da frente tem palmeiras imperiais e obeliscos em homenagem a Vasco Fernandes Coutinho e à Nossa Senhora dos Prazeres. A Igreja do Rosário é um bem tombado pelo “IPHAN” (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), deu-se em 20 de março de 1950.

Localização: Rua Almirante Tamandaré. Prainha.

Horários: Domingo: 8h e 17h; terça-feira: 19h30; e sexta-feira: 13h30. Se marcar agendamento com um grupo, a igreja abre para visitação.

Informações: (27) 3239-3113

Alunos pesquisadores: Felix Ramos, Jaqueline Cristina, Leonir Souza, Luciana Muniz.

Forte São Francisco Xavier da Barra

O Forte São Francisco Xavier da Barra, também conhecido como Forte São Francisco Xavier de Piratininga, ou simplesmente como Forte de Piratininga ou forte da barra, é o monumento militar mais antigo do Espírito Santo e fica localizado no 38º Batalhão de Infantaria, em Vila Velha, sede do Exército. Estratégicamente erguido na base do morro da Penha, tinha a missão de defesa da barra sul da baía de Vitória, no litoral da antiga Capitania do Espírito Santo. A sua construção foi encomendada pelo donatário Francisco Gil de Araújo, em 1674. O lugar escolhido foi a Praia de Piratininga, no exato local onde a Caravela de Vasco Fernandes Coutinho aportara em 1535. As obras se arrastaram por mais de 30 anos até serem interrompidas em 1705 após a investida de corsários holandeses e franceses. Em 1726, o vice-rei do Brasil, Vasco Fernandes César de Meneses, manda reedificar a fortaleza, aumentando suas proporções e dando-lhe o formato circular que tem hoje.



Para aparelhá-lo foram trazidos da Europa quinze canhões, com 2,79 metros de comprimento e aproximadamente 2.400 kg.
Atualmente, o Forte foi cuidadosamente restaurado para abrigar o Centro Cultural Forte de São Francisco Xavier da Barra. São duas salas de exposição permanente, uma dedicada à história do Espírito Santo e Vila Velha e outra, à história do exército.

Link de um Vídeo que mostra o Forte São Francisco Xavier da Barra: http://www.youtube.com/watch?v=D4NjJj8F8ss

Alunas: Cristiana de Souza Ferreira, Katiana de Souza Ferreira, Robervânia Cordeiro Farias e Mariete Sobroza de Souza

Gruta de Frei Pedro Palácios

Frei Pedro Palácios nasceu em Medina do Rio Seco, perto de Salamanca. Espanhol, que ingressou na Ordem dos Frades Menores, Província espanhola de São José de Castela, em que florescia a mais estreita observância. Pouco depois se mudou para Portugal, onde obteve licença do Custódio Frei Damião da Torre de, em 1558, embarcar para a Capitania do Espírito Santo, no Brasil. Na viagem, a embarcação foi tomada de forte tempestade, correndo perigo de naufragar. No desespero, lembraram-se os navegantes do religioso, companheiro de viagem, cujas santas virtudes já eram admiradas. Recomendaram-se às suas orações e um tomou-lhe o manto e, com ele, tocou as ondas, que imediatamente se aplacaram, permitindo próspera travessia. Desde então Frei Palácios só era chamado de o santo frade. Este fato é histórico, contado por todos os autores. Depois de feliz viagem, o navio chegou à Capitania do Espírito Santo, em Vila Velha. Os companheiros de viagem se espalharam pela localidade e Frei Palácios cuidou do seu destino. Dias depois, porém, lembraram-se do religioso, que havia granjeado todo o seu afeto, e sabendo também os moradores da presença do santo homem, todos tiveram desejo de saber onde ele estava. Procuraram-no e só depois de três dias encontraram-no numa cabana na montanha.

Segundo a tradição local, o lugar do encontro foi um vão formado pela natureza em baixo de uma grande pedra, situada no sopé da montanha, junto à praia, ao lado esquerdo de quem entra pelo atual portão da “Ladeira da Penitência”. Ainda hoje é conhecida por “Gruta de Frei Palácios” e, desde 1864, é assinalada por uma lápide comemorativa, que mandou colocar o Guardião Frei Teotônio de Santa Humiliana. Não querendo, pois Frei Palácios descer da montanha pediu aos moradores lhe construíssem uma capela na parte plana da rocha. Fizeram-no e ele dedicou-a a São Francisco de Assis, colocando sobre o altar a imagem de Nossa Senhora da Penha e a imagem do Patriarca São Francisco. A morte do Servo de Deus se deu em 1570 e em 18 de fevereiro de 1609 os despojos foram exumados e transladados para a Igreja do Convento de São Francisco da cidade de Vitória.

Alunas: Cristiana de Souza Ferreira, Katiana de Souza Ferreira, Robervânia Cordeiro Farias e Mariete Sobroza de Souza

Ponte Florentino Avidos


A Ponte Florentino Avidos tem cinco módulos de estrutura metálica, razão pela qual também é conhecida como Cinco Pontes. Esta estrutura foi comprada pronta da Alemanha e montada em 1928, pesando 2.787.269 quilos e fabricada pela alemã Machinengabrik Augusburg Nurenberg, hoje conhecida como The ManGroup, terceiro maior conglomerado industrial da Europa no governo Florentino Avidos, sendo a primeira ponte a ligar Vila Velha a Vitória.

A partir da chegada dos trens de minério de ferro , que por ela passaram, a ponte Florentino Avidos foi restaurada em Março de 2006 por engenheiros, arquitetos e historiadores para recuperarem a memória e as estruturas da ponte. É hoje um marco do patrimônio histórico e ambiental urbano do Espírito Santo em um raro exemplar nacional.

Fonte: http://www.iia.com.br/guias/pontes.asp

http://pt.wikipedia.org/wiki/terceira_ponte

htpp://pt.wikipedia.org/wiki/ponte_florentino_avidos

Postado por: Dagmar, Elizabete, Lívia, Jéssika e Kaciene

Ladeira das Sete Voltas

A Ladeira das Sete Voltas que é uma via de acesso ao Convento exclusiva de pedestre, é também conhecida como a “Ladeira da Penitência” ou ainda das “Sete Alegrias de Nossa Senhora”. O nome de Ladeira da Penitência é devido à sua declividade acentuada e deformidades de calçamento feito de pé-de-moleque, o que exige esforço para subi-la. O nome de “Ladeira das Sete voltas” é devido às curvas graciosas; e toda ela como que serpenteia pela mata, com seus recantos maravilhosos e convidativos à meditação e à oração a cada volta.


As Sete Voltas também insinuam as “Sete Alegrias de Nossa Senhora”, devoção instituída e propagada pela Ordem Franciscana a quem o fundador do Convento, Frei Pedro Palácios, dedicava especial predileção. O seu calçamento de pedras é produto do trabalho dos escravos, que ocorreu pelo ano de 1643, iniciativa do Frei Paulo de Santo Antônio, tendo sido entre 1774 e 1777 renovado e que perdura até os nossos dias. A subida pela Ladeira da Penitência resulta numa caminhada de 457 metros, cheia de encantos pelas pedras seculares do calçamento, pelo verde das árvores seculares, pelas sete voltas com suas cruzes e mini nichos com imagens para meditações e orações.

Alunas: Cristiana de Souza Ferreira, Katiana de Souza de Ferreira, Robervânia Cordeiro Farias e Mariete Sobroza de Souza